Óleo de cozinha usado, água e mais alguns poucos ingredientes. Mistura-se tudo em um caldeirão aquecido a 75 graus e mexe-se o produto até ficar com uma consistência cremosa, o que leva cerca de uma hora. Depois é só acrescentar essência e corante e deixar descansando por cerca de oito horas. Pode não parecer, mas essa receita é de sabão biodegradável. O produto de limpeza ecologicamente correto, que aproveita o óleo que seria desperdiçado em residências, bares, barracas e restaurantes de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR), começou a ser produzido há um mês por jovens do 13º Grupo de Escoteiro Santuário Ecológico Franciscano de Ipojuca (Sefranip). Com a iniciativa, a teoria de preservação do meio ambiente vira realidade aplicada em toda a comunidade.
Todos os 82 integrantes do Sefranip estão envolvidos com o projeto do Sabão Ecológico Sempre Alerta que começa a ser vendido na cidade até o próximo mês. A embalagem com cinco tabletes será comercializada por menos de R$ 3.
Os lobinhos e escoteiros, subcategorias que congregam os jovens entre 7 e 10 anos e 11 e 14 anos, respectivamente, fazem o trabalho de conscientização. “A gente explica como o sabão é feito e o que o óleo pode causar se jogado fora. Um litro de óleo é suficiente para contaminar um milhão de litros de água. Muita gente ficou interessada”, garante a sub-monitora Carla Tamires de Oliveira, 14, que também mudou seus hábitos. “Eu sempre joguei óleo na pia, agora não jogo mais”.
A pequena Maria Helena de Arruda, 8, faz questão de ensinar as lições ambientais à família. “Já expliquei à minha mãe e à minha tia. Se jogar fora, os rios e os mares vão ficar poluídos e aí não vai ter mais água para nada”, ressalta a lobinha.
Os lobinhos e escoteiros, subcategorias que congregam os jovens entre 7 e 10 anos e 11 e 14 anos, respectivamente, fazem o trabalho de conscientização. “A gente explica como o sabão é feito e o que o óleo pode causar se jogado fora. Um litro de óleo é suficiente para contaminar um milhão de litros de água. Muita gente ficou interessada”, garante a sub-monitora Carla Tamires de Oliveira, 14, que também mudou seus hábitos. “Eu sempre joguei óleo na pia, agora não jogo mais”.
A pequena Maria Helena de Arruda, 8, faz questão de ensinar as lições ambientais à família. “Já expliquei à minha mãe e à minha tia. Se jogar fora, os rios e os mares vão ficar poluídos e aí não vai ter mais água para nada”, ressalta a lobinha.
Eles já começaram,vamos colaborar?
quarta-feira, 22 de abril de 2009
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